Malamute do Alasca

O Malamute do Alasca é um cão de companhia e uma das raças mais antigas de cães de trenó do Ártico. Tem uma aparência de lobo, mas é um cão gentil, sociável e carinhoso. Independente, o Malamute do Alasca não é considerado cão de um dono só. Afetivo e leal ao dono, está sempre procurando agradá-lo.

A sua estrutura é forte, seu corpo musculado e sua pelagem espessa é apropriada para as temperaturas mais frias. A pelagem densa requer escovação diária.

As cores podem ser variações de cinza claro, preto e castanho muito escuro sombreados, e castanho muito escuro e vermelho sombreado, sempre branco na linha inferior. A altura varia de 59 a 64 cm, e o peso entre 34 e 39 kg.

O Malamute necessita de atividades físicas diárias caso contrário pode ter seu comportamento alterado. Em alguns casos, pode se tornar agressivo com outros cães.

A origem exata desta raça é desconhecida, porém, existem relatos de um cão nórdico que vivia junto às tribos dos povos conhecidos como Mahlemuts, na costa nordeste do Alasca. Era um cão forte e de estrutura pesada que convivia intimamente com seus donos, atuando como cão de caça e de tração.

Durante a fase de exploração do ouro no Alasca, alguns exemplares foram cruzados com outros cães menores a fim de originar cães velozes que puxassem os trenós — o que quase levou ao desaparecimento da raça.

Na década de 1920, criadores da Nova Inglaterra começaram a resgatar o padrão original do Malamute do Alasca, e em 1935 a raça finalmente foi reconhecida.

Curiosidade: Em 1929 a corrida esportiva com cães e trenós tinha atingido grande popularidade nos E.U.A. e, por conseqüência, o interesse na criação do puro nativo Malamute aumentou. Ainda hoje, esta raça detém inúmeros recordes neste tipo de corridas.